Uma chave perdida,
alguns trocados e
o silêncio.
O fim de toda uma
trajetória de dias comuns que se foi
com o sapato gasto,
com as violações em ouro.
Com as palavras disfarçadas.
Com uma vitimização que me enfurece.
Odeio vítimas fictícias!
Emboscada.
Toda a lágrima de uma vítima fictícia é água.
Sem dor.
Sem nada.
A saliva destila o veneno do escorpião.
Na minha expulsão, não tenho teto.
Mas no Meu Adeus tenho a liberdade.
E essa é a melhor casa.
1 comentários:
...no meu Adeus tenho a liberdade...gostei, espero que saiba fazer bom uso dela, a maioria de nós é escrava e não sabe ser outra coisa ;)
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