Imagino um lago.
Suponho ser um cisne branco.
Nado com facilidade e elegância.
Fácil ser admirada.
Estou no lago.
Sou o cisne negro.
Nado.
Difícil parecer elegante.
Sem esforço, quebro a barreira do puro e aceito fazer-me desejada.
Seduzo.
Meus olhos vermelhos apontam o desespero.
Eu não me desespero.
Parto da premissa que sou o cisne negro.
E provoco a morte dos fracos.
A pureza só é bela e eficaz no reino da Disney.
A perfeição é a perdição dos Homens.
Sou imperfeita.
Sou o cisne negro.
E não me perco.
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http://www.youtube.com/watch?v=5jaI1XOB-bs
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