segunda-feira, 18 de abril de 2011

Aceno agudo.

Aceno.
As mãos balançam no ar.
Mercedes pára.
Dos dois volta cinquenta.
Sento.

Sinto.

O antepenúltimo é o maior.
Mas o banco ao meu lado não tem acento.
Estou só desde o parto de minha mãe.

Parto.
Partida.
Parada.
Aceno.

Estou só desde o nascimento.

1 comentários:

ร†ลи∂ вý ∂эรเφиэя disse...

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